A atuação de Rayssa Furlan, secretária da Prefeitura de Macapá, tem sido alvo de questionamentos por parte de servidores e moradores da capital. Segundo relatos que circulam nos bastidores da administração municipal, a secretária raramente é vista em expediente na sede da Prefeitura, o que tem alimentado críticas sobre a efetiva dedicação ao cargo público. As reclamações apontam que, com frequência, Rayssa Furlan estaria envolvida em compromissos de ordem pessoal — como viagens, cuidados com os filhos e outras atividades privadas — enquanto sua presença no local de trabalho seria pouco perceptível. Para críticos, a situação levanta dúvidas sobre a rotina de trabalho, o cumprimento da carga horária e a condução das responsabilidades inerentes à função que ocupa. Em cargos de confiança e direção, a presença ativa e a transparência na atuação são consideradas essenciais, sobretudo por se tratar de uma função remunerada com recursos públicos. A percepção de ausência recorrente, a...
A saída de Rayssa Furlan de um cargo na Prefeitura de Macapá ocorre em meio a críticas e questionamentos recorrentes sobre sua atuação na administração municipal. Nas redes sociais e em conversas da população, tornaram-se frequentes as reclamações sobre a suposta falta de presença no órgão, baixa produtividade e ausência de resultados concretos em favor da população da capital. A pressão popular ganhou força diante da percepção de que o cargo ocupado não estaria sendo exercido com o comprometimento esperado de um agente público, especialmente em um cenário em que Macapá enfrenta desafios estruturais e sociais que exigem dedicação integral dos gestores. A publicação que oficializa a mudança, com a assinatura de decreto, foi divulgada nas redes sociais, mas sem detalhar os motivos que levaram ao desligamento. Apesar disso, o contexto político e social aponta para um ambiente de desgaste, alimentado por críticas sobre prioridades pessoais, viagens e distanciamento das demandas re...
"O grupo do atraso" como foram rotulados durante a campanha política eleitoral desse ano, liderado pelo governador Clecio, Ministro Waldez Góes e senador Davi Alcolumbre, se articulam para formar uma frente de oposição na câmara de vereadores de Macapá e como estratégia eleger o presidente da casa para fazer uma forte oposição ao prefeito Dr. Furlan, eleito com mais de 85% dos votos e fazendo história em ser o mais votado proporcionalmente entre as capitais do país. A estratégia desse grupo e tentar travar o máximo possível a gestão municipal com objetivo de desgastar Furlan até às eleições de 2026. Poderam até criar diversas CPI's para tentar incriminar ou até tornar o prefeito Furlan inelegível e ficar de fora da disputa ao governo do estado... O governador do estado está conversando com vários vereadores, oferecendo espaços no GEA, o jogo político está sendo pesado e em breve a política local terá novos acontecimentos... veremos!
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